segunda-feira, 27 de julho de 2015

Primeira posta a sério de um poiso no meio do campo, onde até se ouvem os passarinhos e não há autocarros desgovernados a descer a avenida.

Ora cá estamos nós, gatas e tudo, instalados no nosso poiso meio campo, meio praia!

Agora que já está tudo limpo (ufa, era uma casa que não sabia o que era uma vassoura há uns quantos anos, e isso para uma pessoa que tem um certo cagaço de aranhas, autch!), e quase, quase arrumado, dá para tentar umas aventuras culinárias na cozinha, quando a baby plum cá de casa nos dá um bocadinho de tempo, o que é uma contradição, porque a gajita está mais espevitada e mais mexida, e quer o tempo que temos disponível para brincarmos com ela, é óbvio!


Nos entretantos, ando a vasculhar receitas nos arquivos e, como comentava com o marido há uns dias, resolvi aperfeiçoar a técnica de fazer pão saloio, coisa que é tradição aqui na família, pelo lado materno, já que Maria Amélia, senhora minha avó, nos tempos áureos, era muito dotada para esse mister, agora que é octogenária já não tem força nos braços, mas ensinou as senhoras de Montengrão quando foi para lá viver depois de casar com o sr meu avô, o Abel, e ainda temos umas belas fotos com gajas da família a tender merendeiras.

Por isso, queridas cobaias internáuticas, preparem-se!

(ps: temos aqui um belo forno de pão, estou danada para o experimentar!)