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quarta-feira, 6 de março de 2019

Smoothie de Cenoura, banana e Laranja.

Então resolvi dar uso à máquina que esmifra as verduras e etc e, já que andamos numa onda de saudável, experimentei fazer uma lambarice cheia de vitaminas A, C e E.

Usei:

1 cenoura grande
1 banana
3 laranjas pequenas
água a gosto

Para dentro do liquidificador mete-se, sem qualquer esquisitice na ordem:

A cenoura ralada
A banana em pedaços
A laranja em pedaços
Um pouco de água.

Carrega-se no botão durante alguns minutos e bzzzzt! Já está!

Depois, adiciona-se água até ficar com a consistência de que gostam.

Se não beberem tudo, guardem no frigorífico, metam na vossa garrafinha reciclável e levem para o trabalho no dia seguinte.



domingo, 24 de fevereiro de 2019

A bela da Mousse de Chocolate cá de casa.

Esta já é velha, mas faz-se com uma perna às costas e anima sempre um dia de sol. Ou de chuva. Ou de nevoeiro. Um dia qualquer!

Já meti para aqui uma versão mais doce, já experimentei com uma bica lá para dentro e continuo a achar que o chocolate sozinho e simples é a melhor versão, já fiz numa tigela grande e, para mim, as tacinhas individuais que viramos ao contrário para ver se a mousse é de qualidade são a forma mais perfeita de as servir, enfim, vamos variando e experimentando, ainda não fomos à versão "cálice de bagaço lá para dentro", temos crianças em casa, mas a minha preferida é esta versão.

A mais simples de todas.

Não deixa de ter os seus truques, atentem!


Receita de Mousse de Chocolate Simples e Rápida.

Precisamos de:

6 ovos
1 colher de sopa, mal cheia, de açúcar louro, por cada ovo
1 tablete de chocolate de culinária
2 colheres de sopa de margarina


Para fazer:

Colocar o chocolate a derreter com a margarina. Podem derreter em banho-maria ou, se tiverem óculos que fiquem embaciados com este processo todo, metam 1 minuto e meio no micro-ondas e já está. Misturem bem para o chocolate ficar liso, sedoso e brilhante. A vantagem do banho-maria é que a cozinha e a casa ficam a cheirar a chocolate, por isso também vale bem a pena.

Separar as gemas das claras e bater as claras em castelo bem firme.

Juntar o açúcar às gemas e bater durante alguns minutos com a batedeira, até a mistura ficar quase branca.

Depois, com uma colher de pau ou um salazar, envolvam o chocolate derretido e as claras em castelo com a mistura das gemas.

PeloAmordaSanta, não batam esta cena com a batedeira, senão ganham um pudim esquisito, e mais vale atirar pela janela, no caso de terem quintal, não é boa ideia se viverem num prédio ou no meio da cidade, podem ter sarilhos.

Coloca-se em taças e vai ao frigorífico durante, pelo menos, duas horas.

Se tiverem lambões em casa que assaltem o frigorífico dois minutos depois de lá meterem a mousse, não se preocupem, está boa na mesma e não dá a volta à barriga, apesar da pessoa depois se queixar loooooongamente que as duas taças com se se alambazou previamente lhe deram cabo da alimentação saudável que esteve a fazer o mês inteiro...



Esta versão ficou extra-colorida. E um bocadinho doce demais, também...


sábado, 24 de março de 2018

O Pudim Flã!

Super-hiper-mega-blitz-fácil de fazer, e dá jeito ter uma receita destas em casa para quando as galinhas andam numa de meter ovos como se não houvesse amanhã.

Precisam de:

12 ovos
12 colheres de açúcar
raspa de limão
1 litro de leite
caramelo


Podem variar as quantidades, basicamente é uma colher de açúcar por ovo.

Batem-se bem os ovos, pode ser com o liquidificador, com a batedeira ou com a colher de pau.

Adiciona-se o açúcar e volta-se a bater.

Nesta edição, optei pela raspa de limão, mas se quiserem variar, podem colocar umas gotas de baunilha, uma colher ou duas de Vinho do Porto, ou anis, como faziam as avós.

Vai-se juntando o leite enquanto se mexe, e está feito!

Colocam o caramelo numa forma com buraco no meio (porque, depois, têm caramelo também no meio, é um espectáculo, caramelo everywhere!!), deitam o líquido do pudim para a forma e vai ao forno a 180ºC em banho maria (ie, metem a forma num tabuleiro com água, mai nada!), durante cerca de 1 hora.

Agora atentem, esta é a pièce de resistance da coisa: quando estiver pronto, desligam o forno e deixam lá o vosso pudim a descansar e a pensar na vida.

É que, se o tiram logo, além do ponto negativo que é "comer pudim quente a sair do forno queima a língua e faz cagan#%$a", o pudim baixa, e não fica de se comer também com os olhos.

Por isso, façam lá o sacrifício, aguentem mais uma horinha ou isso, e tiram do forno para a travessa uma coisa jeitosa destas.

(E atenção, não pode ser um prato de bolos raso, dos normais, tem de ser uma daquelas peças do enxoval da vossa mãe, que é aquele prato com as bordas mais altas, até porque é pecado perder uma gota que seja de caramelo, além de que é aborrecido meter uma toalha lavada e sujar logo aquela cena, caramelo é pegajoso, uma chatice...)


segunda-feira, 24 de julho de 2017

A Bomba Atómica.

Ora a Bomba Atómica apareceu cá em casa pela mão de mamãe, que pegou numa receita da revista do Pingo Doce e que meteu para dentro da tigela as coisas assim meio a olho, que é como lhe sai bem.

Ora um dos ingredientes era uma chávena de água, e aqui esta que vos quer bem achou que em vez de água ficava mais giro um shot de cafeína dali da nespresso (que deu o peido mestre porque andaram a abusar dela com cápsulas de café-caramelo da candonga, coitadinha da minha velhota, mas já tinha muita rodagem e, olhem, a nespresso até fez uma promoção, e já ali está outra a rodar, mas só com cápsulas da nespresso e um Fluffy a vigiar).

Adiante, o bolo até fica bem bom. Os mais rebeldes podem juntar umas nozes à massa, para um efeito assim crocante, e a piéce de resistance é a cobertura que leva por cima e que se come bem à colherada, mas não fui eu quem lhes disse isto, juro por deus!


Então, precisamos de:

5 ovos
1 chávena de açúcar
1 chávena de farinha
1 colher (chá) de fermento
200 grs de chocolate culinária (é uma tablete, vamos ser corajosos)
natas (meti cerca de meio pacote)
margarina (meti cerca de meia chávena, que bruta!)
1 chávena de café (de bica, mas cheia)
1 chávena de óleo (do tamanho da de café)


Para fazer:

Bater as claras em castelo.
Bater as gemas com o açúcar.
Adicionar às gemas a farinha com o fermento e as claras, alternando.
Derreter o chocolate com margarina e natas a gosto e mexer até estar suave e uniforme.
Adicionar à massa o chocolate, o café e o óleo, respectivamente, e envolver a cada adição.
Vai a forno pré-aquecido a 180ºC por cerca de 40 minutos.

E já está! Simples, simples!

Agora vem a parte venenosa!


(com amêndoas laminadas um bocadinho tostadas)

Cobertura de Margarina, Açúcar e Natas

Precisamos de:

5 colheres de sopa de açúcar louro
3 colheres de sopa de margarina
1 pacote de natas
amêndoas torradas, nozes, o que lhes der na real gana



Para fazer:

Levar as amêndoas laminadas a torrar no forno.
Levar ao lume a derreter a margarina com o açúcar louro. Vigiar e mexer de vez em quando.
Adicionar as natas e ir mexendo. Desligar quando atingir a consistência desejada, neste caso foi o ponto de estrada. Se ficar demasiado tempo ao lume, ficamos com um rebuçado gigante.
Para verificar a consistência, tirar a sertã do lume por uns momentos, mexer e deixar esfriar, voltando ao lume se necessário.
Espalhar o creme pelo bolo, e distribuir as amêndoas ou as nozes a gosto.

Sei lá. acho que tem cara de frutos secos!

Cá está, com nozes...





segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

E cá estão eles!

Os scones mais docinhos, para o senhor meu avô se alambazar.

Para esta fornada, usei:

10 colheres (sopa) de farinha
5 colheres (sopa) de açúcar
2 colheres (sopa) de manteiga
8 colheres (sopa) de leite
2 ovos
2 colheres (chá) de fermento
1 pitada de sal
raspa de limão

Para fazer, o mesmo: mexer bem à mão, juntar mais farinha, até ter a consistência que gostem, formar bolinhas, meter num tabuleiro, 15 minutos em forno a 200ºC, e pimbas! Já estão prontos!



sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Scones para o Ti Abel.

A língua portuguesa é muito traiçoeira, cheia de esquinas, ratoeiras e degraus falsos.

Logo, quando uma pessoa recebe uma chamada da parte das mães, a dizer "Olha, estamos por perto, podemos ir até aí para o chá?" (sendo que é uma distância que se percorre em vinte e cinco minutos e dá para fazer um bolinho modesto) e ouve logo do outro lado um "nem penses, não faças um bolo!", se a pessoa em questão fizer BOLINHOS, não está propriamente a faltar àquilo que ficou combinado, pois não?

Pois, também acho que não, e chá é chá, presta-se a mordiscar qualquer coisita, precisamente uns scones, que são rápidos e fáceis de fazer, e quando as visitas chegam já está o forno desligado e a cozinha perfumada com algo que, afinal, apetece mesmo comer a acompanhar o chá!

Esta receita faço muitas vezes, e já tinha colocado no outro blog, tanto que a foto é de lá, que esta fornada já não foi a tempo.

Mamãe deu a ideia de se juntar um pouco mais de açúcar e de levar ao meu avô, grande lambareiro, pois claro (sim, porque a petiza cá de casa também provou e aprovou, pois claro!),  por isso, é mesmo questão de experimentar, e é isso que vou fazer amanhã.

Depois conto novidades.

Já agora, mamãe comeu o pudinzinho e aprovou. Ufa!! Se não passassem neste teste era uma trancada no meu ego, nunca mais saia de casa!!

Ora para os nossos Scones!

Precisamos de:

7 colheres (sopa) de farinha
1 colher (sopa) de açúcar
1 colher (sopa) de manteiga
4 colheres (sopa) de leite
1 ovo
2 colheres (chá) de fermento
1 pitada de sal
raspa de limão


Mexem-se todos os ingredientes à mão.

Se quiserem, podem estender com um rolo e cortar rodelas com um copo, mas se amassarem pequenas bolas também fica bem.

Leva-se ao forno a 200ºC durante cerca de 15 minutos, num tabuleiro forrado com papel vegetal, polvilhado com um pouco de farinha.

As receitas dizem que se come com doce ou manteiga ou natas (ou nutella, ou manteiga de amendoím...), mas ficam tão bons assim simples, que parece blasfémia meter mais coisas à mistura!

Comem-se quentinhos, acabados de sair do forno, ou frios, e acompanham o nosso chá de hoje!



terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Pudim flã, versão mini.


Não haverá coisa mais típica do que o pudim flã.
É entrar por um restaurante ou qualquer outro tasco, pedir o menu, e lá vem ele, no meio de mousses de chocolate, semi-frios, bolos de bolacha, doces da casa e duchesses tri-colores com molho de caramelo e pistácios e raspas de cereja confitadas (este não sei, acabei de inventar).

Ora habitualmente, pego numa tigela, meto lá para dentro 1 litro de leite, 12 ovos e uma colher de açúcar mais para o cheia por cada ovo, raspa de limão, e ala para o forno, em banho-maria, durante uma hora, numa forma com caramelo no fundo.

Há quem goste do seu toquezinho de aniz ou de Vinho do Porto, mas cá por estes lados há a mania da raspa de limão, há um limoeiro a rastejar na terra carregado de limões, há uma mamã ainda a amamentar e há uma criança que vai provar o pudim. 

Por isso, raspa de limão lá para dentro!

Para a versão mini, até porque não quero ter fama de andar a engordar as pessoas cá de casa, e também porque já não tenho as forminhas todas, inicialmente da senhora minha mãe, e que agora estão reduzidas a umas míseras sete, depois de ter andado a dar pudinzinhos a pessoas que não as devolveram (rsrsrsrsrs...), usei:

300 ml de leite
4 ovos
4 colheres (sopa) de açúcar branco
raspa de meio limão
caramelo

Coloquei o caramelo no fundo de cada forma (não é preciso untar com manteiga).

Bati com uma vara o leite com os ovos, o açúcar e a raspa de limão.

Coloquei nas forminhas, cerca de 3/4.

Levei ao forno a 200ºC durante 1 hora, em banho-maria.

Servem-se dentro das forminhas, ou em pratos, é a gosto.

Também é a gosto comer quente, mas as más línguas parece que dizem que dá a volta à barriga...

PS: a pirolita cá de casa gostou. Obviamente......

PS 2: A minha mãe também já viu a foto no facebook e já me veio dar nas orelhas, porque só AGORA é que deu pela falta das formas. Já as tenho por cá há para aí uns 16 anos, mas na altura não havia cá facebook para meter provas incriminatórias, e as desgraçadas estiveram emcaixotadas nestes últimos 4 anos ou coisa que valha. Claro que já se ofereceu como cobaia para provar pudins eheheh...


sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Actualização e Crumble de Maçã à saloia.

Projectos, receitas, há muitos, tempo para vir ao blog é que menos, por isso, vamos colocando aqui algumas receitas com calma, de preferência a aproveitar as sestas da pequenota, já que ela até gosta de testemunhar as loucuras culinárias que se passam na cozinha aqui de casa e, como no caso deste crumble de maçã, de as provar!

É uma receita muito simples e rápida, mas com o toque de saloia que acabo sempre por dar.

À boa moda da minha mãe, olho para a receita, penso que é boa ideia, e depois faço à minha maneira e com os ingredientes a olho...

Para esta usei:

3 maçãs (2 de Alcobaça e uma de esmolfe, mas podem ser reinetas, ou as que quiserem, todas do mesmo tipo, ou todas variadas)
4 colheres de sopa de açúcar louro
2 colheres de chá de canela
1 colher de chá de noz moscada

Descascar a maçã, descaroçar e cortar em pedaços. Juntar o açúcar, a canela e a noz moscada. Mexer. Fiz directamente no pirex.
Vai ao forno a 200ºC por 20 minutos.

1 chávena de farinha
3/4 chávena de manteiga

Misturar bem com as mãos. Fica aos pedaços, mais ou menos com o aspecto de pão ralado.

Retirar a maçã do forno, espalhar uniformemente a mistura de farinha e manteiga por cima e levar ao forno durante mais 20 minutos, até estar com um aspecto dourado e, a propósito, bastante delicioso!

Além de que o cheiro na cozinha também é de bradar aos céus!

Serve-se quente (tão bom!), com gelado (ai Jesus!), ou frio (de cair para o lado!)!




terça-feira, 4 de agosto de 2015

Tomates, tomates everywhere!

Não há nada mais típico em Portugal do que cozinhas com tomate, apesar de ser um fruto/vegetal vindo das américas com os descobrimentos.

O mesmo se passa com a batata.

Tomate.

Em Portugal, podemos fazer tudo e mais alguma coisa: sopa, fria ou quente, arroz, refogado, massa, salada, carne, peixe e, sim, doce!

As nossas pequenas plantinhas cresceram, cresceram...



Ficaram assim, maiores e cheias de frutos, em pleno Verão.


Todos os dias, há o que apanhar.


E o que é que fazemos com tanto tomate, aqui em casa?


Desta vez, arriscámos numas quantas receitas:

Concentrado de Tomate.


E Doce de Tomate, para começar.


E mais virão!

(PS: Vieram os meus avós de visita e trouxeram ameixas do quintal deles, vamos ver no que dá...)

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Esparguete Primavera.


Continuamos com os vegetais, o que quer dizer que se pode comer só assim, mais levezinho para esta época do ano, ou para outra qualquer, ou servir de acompanhamento, para quem quiser.

Este prato não será tipicamente português, não sei se será sequer tipicamente italiano, mas é especialidade cá da casa.


Precisamos de:

Vegetais a gosto. aqui, usei alho francês, cogumelos, bróculos e feijão verde.

Podemos ter cenoura ralada, espinafres, ervilhas, couve-flor, courgette, beringela, espargos, couves de bruxelas em pedaços, pimentos das cores que quiserem, é só escolher, e variar de todas as vezes.
Podem juntar pedacinhos de frango, camarões, delicias do mar, manga, ananás, etc, etc, etc!

Esparguete ou outra massa a gosto.

Margarina, azeite e temperos a gosto


Como se faz:

Cozemos o esparguete à parte.

Numa frigideira grande, derrete-se a margarina e junta-se o azeite.

Corta-se o alho francês em rodelas finas e coloca-se a alourar na gordura.

Juntam-se os cogumelos cortados em pedaços e os espinafres.

Tempera-se a gosto.

Uso sal com orégãos, um frasquinho todo janota (e muito saboroso) que a minha sogra me trouxe de um dos passeios dela, e pimenta, que gosto de moer na altura.

Quando cozinhado, escorre-se o esparguete, cozido al dente e junta-se aos vegetais, deixando ganhar o sabor do molho e dos vegetais durante uns minutos, e tendo o cuidado de se ir mexendo.

Pode servir-se assim, simples, ou afogar em queijo ralado da vossa preferência.

É bom das duas maneiras.....



quinta-feira, 16 de abril de 2015

Mini Quiches

São iguais às outras, mas dão um bocadinho mais de trabalho, porque temos de fazer em doses mais pequenas.

Tem um efeito muito mais janota, porque são mais ligeiras, e ficam óptimas com salada.


Para estas, precisamos de:


Massa folhada

1 pacote de natas

200 grs de queijo emmental ralado

4 ovos

Cogumelos

Azeitonas

Milho

Sal

Pimenta



Como se faz:

Estende-se a massa nas forminhas.

Batem-se os ovos, juntam-se as natas e o queijo ralado e bate-se bem.

Coloca-se dentro das forminhas.

Com cuidado, deita-se dentro de cada forma os ingredientes a gosto. 

Podem usar espargos, frango, atum, camarões, espinafres, alho francês, cenoura ralada...

Vai ao forno a 200ºC durante cerca de 40 minutos.







(Já tinha esta receita há mais tempo, publicada na outra página onde às vezes meto o bedelho, e nem é tipicamente portuguesa, mas é bastante típica cá de casa, quer em formato redondo, quer em formato rectangular, e agora saltou para aqui.)

Olá 2022! Olá blog! Vamos arrumar isto?

Ora cá estamos, mas por pouco tempo. Então..... isto não está vida para gerir uma data de blogs ao mesmo tempo, por muita vontade que tenham...